Documentos para viajar em 2026: RG, passaporte e visto
Equipe Anna Tour · 10 de julho de 2026
Poucas coisas doem mais do que ser barrado no embarque por um papel. E acontece todos os dias: RG antigo demais, passaporte vencendo, autorização de menor faltando. Este guia resolve de vez a dúvida "que documento eu preciso?" para cada tipo de viagem — inclusive os casos que mais derrubam viajantes.
Viagem dentro do Brasil
Para voos nacionais, basta documento oficial com foto, físico ou digital: RG, CNH (inclusive a digital), passaporte ou carteira profissional válida.
- RG muito antigo: para voar dentro do país não há prazo formal, mas um RG de décadas atrás, com foto de criança, pode gerar questionamento. Se o seu é antigo, prefira a CNH.
- Crianças e adolescentes: viajando com pai ou mãe, basta documento com foto ou certidão de nascimento (original ou cópia autenticada). Viajando desacompanhados ou com terceiros (avós, tios), é preciso autorização — em cartório ou eletrônica (AEV). Companhias conferem isso rigorosamente.
América do Sul: dá pra ir só com o RG
Nos países do Mercosul e associados — Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador e Colômbia — o brasileiro entra sem passaporte, apresentando o RG.
A pegadinha que mais barra gente no aeroporto:
O RG precisa estar em bom estado e ser razoavelmente recente (a recomendação prática é emitido há menos de 10 anos, com foto que permita reconhecer você). RG plastificado descascando ou com foto de infância = risco real de ser barrado.
Na dúvida, leve o passaporte — ele nunca é questionado.
Resto do mundo: passaporte (e às vezes visto)
- Passaporte válido: muitos países exigem validade mínima de 6 meses além da data de retorno. Confira o seu HOJE — a emissão/renovação pela Polícia Federal tem fila que varia bastante ao longo do ano.
- Estados Unidos: exigem visto para turismo brasileiro. O processo envolve formulário, taxa e entrevista — os prazos de agendamento variam de semanas a meses, então trate o visto como a PRIMEIRA etapa do planejamento.
- Europa (Espaço Schengen): brasileiros não precisam de visto para turismo de até 90 dias, mas precisam de seguro viagem com cobertura mínima de € 30 mil e podem ter que comprovar hospedagem, passagem de volta e recursos financeiros. Fique atento também ao ETIAS, a autorização eletrônica europeia — confirme se já está em vigor na data da sua viagem.
- Outros destinos (Canadá, Austrália, Japão, etc.): cada um tem sua regra — alguns pedem visto, outros autorização eletrônica (eTA). Verifique caso a caso.
Vacinas e certificados
Alguns países exigem o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (vários vizinhos da América do Sul, países da África). Atenção ao timing: a vacina deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência e o certificado é emitido no aplicativo/site do Ministério da Saúde. Sem ele, a entrada pode ser negada.
O kit anti-perrengue (faça antes de toda viagem)
- Foto de todos os documentos no celular + cópia na nuvem;
- Uma cópia impressa do passaporte guardada separada do original;
- Reservas impressas ou salvas offline: hotel, passagem de volta, seguro — a imigração pode pedir;
- Contato do consulado brasileiro no destino salvo no celular;
- Se usa remédio controlado, leve a receita (ideal com tradução simples para destinos exigentes).
Checklist final antes de embarcar
- Documento com foto válido (nacional) ou passaporte com 6+ meses (internacional)
- Visto ou autorização eletrônica do destino confirmados
- Seguro viagem contratado (obrigatório na Europa)
- Autorização de menor, se aplicável
- Certificado de vacinação, se o destino exigir
- Cópias físicas e digitais de tudo
A parte chata da viagem é essa — e é exatamente a que a Anna Tour tira das suas costas: conferimos os documentos e exigências do seu destino antes de você embarcar. Peça seu orçamento e viaje sem sustos. 🛂
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